Contratar jovens dá descontos fiscais às empresas

Há incentivos fiscais para as empresas que contratem jovens ou desempregados de longa duração, com descontos no IRS e IRC pagos.

Até ao final deste ano, as empresas que aumentem o número de empregados através da contratação de jovens entre 16 anos e 35 anos – com excepção dos jovens com menos de 23 anos, que não tenham concluído o ensino secundário, e não frequentem nenhuma formação que permita elevar o nível de escolaridade – ou de pessoas em situação de desemprego há mais de 9 meses poderão majorar em 50% o custo fiscal relativo aos encargos que essas contratações geram.

Essa majoração poderá ser efectuada durante um período de 5 anos, por isso as empresas que ainda efectuarem estes contratos durante este ano poderão contar com a majoração, que conta desde o início da vigência do contrato de trabalho. O montante máximo da majoração anual, por posto de trabalho, é de 14 vezes a retribuição mínima mensal garantida.

Os trabalhadores independentes não podem incluir para estes benefícios a contratação de familiares. Estes benefícios não são cumuláveis com outros benefícios fiscais aplicados ao mesmo trabalhador ou posto de trabalho.

Para o próximo ano, e já a contar com o Programa de combate ao desemprego levado a cabo pelo Ministério da economia, as empresas que contratem desempregados com mais de 45 anos também terão benefícios, com o reembolso de 100% da TSU.

http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO065684.html

SIMPÓSIO: “O Novo Direito do Trabalho: Como a Sociedade Transforma o Direito e Como o Direito Transforma a Sociedade”.

O Instituto Superior Miguel Torga promove, no próximo dia 31 de outubro, um Simpósio da Revista Interações – sociedade e as novas modernidades, sobre “O Novo Direito do Trabalho: Como a Sociedade Transforma o Direito e Como o Direito Transforma a Sociedade”.

 O Simpósio, que decorre na sala 1 do Edifício da Rua Augusta, nº 46, terá início às 10h00. A abertura está a cargo do Senhor Diretor do ISMT, Professor Doutor Carlos Amaral Dias, e do Editor da Revista Interações, Senhor Professor Doutor Carlos Alberto Afonso.

A sessão da manhã conta com as comunicações “Cessação do Contrato de Trabalho: Regime de Compensação e Indemnização”, proferida pela Senhora Professora Doutora Maria do Rosário Ramalho, e “Convenções Coletivas”, proferida pelo Senhor Dr. João Reis. A sessão da tarde, com início agendado para as 15h00, conta com a presença do Senhor Professor Doutor Júlio Gomes com a comunicação “A Organização do Tempo de Trabalho”, e o Senhor Professor Jorge Leite, que abordará “Cessação do Contrato de Trabalho por Inadaptação”. A moderação dos debates está a cargo da Mestre Cristina Quintas.

A Entrada é Livre

Guru motivacional John Foppe em Lisboa

A GAES Solidária, iniciativa de responsabilidade social da GAES Centros Auditivos, assinala, no próximo dia 19 de Outubro, o seu 15.º aniversário com uma conferência protagonizada pelo guru motivacional John Foppe.

A palestra vai incidir na capacidade humana de ultrapassar barreiras e superar obstáculos, sublinhando que a incapacidade de fazer algo não reside na falta de recursos, mas sim na percepção subconsciente que temos de nós mesmos e dos desafios a que nos propomos.

“As nossas verdadeiras limitações são as barreiras mentais que nos impedem de participar em pleno na vida”, reforça John Foppe.

John Foppe nasceu sem membros superiores e com severas deficiências físicas, o que nunca o impediu de ter uma vida completamente normal. É autor do livro ‘What’s your excuse?’ e director executivo da Community Link, uma organização sem fins lucrativos que ajuda crianças e adultos que têm dificuldades de desenvolvimento.

PROGRAMA

– 19h00h – Sessão de Abertura

Boas-vindas a cargo de Antonio Gassó, conselheiro delegado da GAES, e Dulce Paiva, directora da GAES Portugal

15 anos da GAES Solidária com Maria José Gassó, diretora da GAES Solidária

– 19:30h Conferência “Quebrar barreiras”

John Foppe (com tradução simultânea)

– 20:30h Final da conferência e jantar volante

 

O quê: Conferência “Quebrar barreiras”

Quando: 19 de Outubro, 19h00

Onde: Hotel Fénix Lisboa, Praça Marquês de Pombal, Lisboa

Adicional Logistics aposta em jovens talentos

A Adicional Logistics, o terceiro maior operador logístico expresso e primeiro operador independente em Portugal, anunciou a sua aposta na integração de jovens talentos recém-licenciados na empresa através do seu programa recrutamento Adicional Academy.

Provenientes deste programa, estão integrados actualmente nas equipas da Adicional Logistics dez estagiários, sendo que até ao final do ano serão integrados novos cinco elementos. Até ao momento a empresa integrou já nos seus quadros mais de 18 elementos.

«Numa altura em que a falta de emprego e a redução da aposta nos bons talentos portugueses é uma difícil realidade, acreditamos que o melhor investimento que podemos fazer no nosso grupo é dar oportunidade a jovens talentos de crescerem e aprenderem connosco, beneficiando a médio prazo com toda a sua ambição e capacidade de inovação», afirma João Carriço, CEO da Adicional Logistics.

O programa Adicional Academy decorre dos variados protocolos que a empresa tem com instituições de ensino superior reconhecidas no mercado, como é o caso do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas) e ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa). Através da integração na Adicional Academy, os recém-licenciados terão a oportunidade de colocar em prática e no terreno os seus conhecimentos nas áreas de controlo de gestão, financeiro, marketing, gestão de clientes, administrativo e recursos humanos.

Segundo Ana Fernandes, directora de Recursos Humanos da empresa, «a Adicional Logistics é uma empresa com grande potencial, onde todos os colaboradores têm uma voz activa no crescimento, na inovação, porque só em conjunto é possível vencer o mercado e diferenciarmo-nos dos outros».

CITE promove conferência internacional. Contributos para uma perspectiva de género nas relações laborais: da acção inspetiva à negociação colectiva”

CITE (Comissão para Igualdade no Trabalho e no Emprego) organiza nos próximos dias 18 e 19 de Outubro a conferência internacional “Contributos para uma perspectiva de género nas relações laborais: da acção inspetiva à negociação colectiva”, que decorrerá Auditório da CPLP, Lisboa.

O evento contará com vários oradores de renome e será dividido em dois temas. O primeiro, “A importância da acção inspetiva na promoção da igualdade entre homens e mulheres no trabalho” será debatido durante o primeiro dia da conferência. Já o tema escolhido para o segundo dia de trabalhos é “A importância da negociação colectiva na promoção da igualdade entre homens e mulheres no trabalho”.

O quê: Conferência Internacional “Contributos para uma perspectiva de género nas relações laborais: da acção inspetiva à negociação colectiva”

Quando: 18 e 19 de Outubro

Onde: Palácio Conde de Penafiel, Rua de São Mamede, nº 21, Lisboa

Programa Completo: http://www.cite.gov.pt/pt/destaques/noticia181.html

Inscrições gratuitas: mmrabaca@cite.gov.pt

Jerónimo Martins planeia recrutar 23 mil pessoas na Polónia

 Até 2015 a Jerónimo Martins (JM) deverá contratar mais 23 mil pessoas na Polónia para concretizar o seu plano de ter 3000 lojas nesse país até esse ano.

A JM tem actualmente 2000 lojas na Polónia e emprega 36 970 pessoas. «A contratação de colaboradores para as novas lojas e centros de distribuição é sempre feita localmente. Em mais de 36 mil colaboradores menos de duas dezenas são portugueses», refere o grupo, acrescentando que «no entanto, o grupo tem, naturalmente, um intercâmbio de quadros entre os dois países».

As contratações fora de Portugal não se devem ficar pela Polónia, uma vez que o grupo deverá abrir lojas, em Fevereiro, na Colômbia.

Quanto a este objectivo o grupo não esclarece quantas lojas vai abrir, mas o seu presidente já afirmou, que se o negócio na Colômbia correr bem expande-se para outro país da América Latina.

Actualmente é o negócio na Polónia que o grupo tem conseguido manter os seus lucros. Nas contas de 2011, era referido que as vendas do Pingo Doce cresceram 4,2%, mas na Polónia as vendas aumentaram 20,4%.

A aposta nesse país surgiu em 1995 e actualmente a JM, que detém a cadeia Biedronka, é no ranking da Coface, a maior empresa polaca na indústria alimentar, a quarta maior entre as não financeiras em termos de volume de vendas e a sétima do TOP 500 da Europa Central e de Leste.

A aposta no mercado polaco mantém-se e o grupo quer até 2015 superar a marca das 3000 lojas e dos 60 mil trabalhadores.

estágios na Reuters

 

A agência Reuters oferece a todos os interessados em jornalismo um programa de estágio de excelência. Com a duração de nove meses, remunerado e com possibilidade de integrar os quadros do grupo no final do curso, esta é uma oportunidade única para jovens jornalistas.

A agência noticiosa revela no seu site que “num momento em que várias organizações estão em contração, a nossa força é para crescer globalmente”. Este propósito, aliado aos bons resultados e a uma experiência de 160 anos, permitiu alargar o programa de estágios remunerados a vários locais do mundo, oferecendo aos recentes jornalistas a oportunidade de fazer carreira na empresa, recebendo em troca um bom salário mensal e vários benefícios sociais.

O Trainee Program da Reuters decorre em Londres, Nova Iorque e Singapura e está a procurar candidatos “com a intenção de se tornarem jornalistas de primeira linha”.

Neste programa, os candidatos terão aulas intensivas e terão a oportunidade de trabalhar com as equipas de Reuteurs dos países anfitriães. Após os nove meses, os trainees já terão conhecimentos dos padrões da empresa e como tal poderão ficar a trabalhar para a Reuters, num dos 200 escritórios do grupo dispersos pelo mundo.

Perfil do candidato

Para o grupo Reuters é fundamental que todos os candidatos tenham “paixão pelo jornalismo”, bem como mostrar interesse por mercados financeiros e flutuações económicas. No entanto, para concorrer ao Trainee Program todos os candidatos devem preencher os seguintes requesitos:

– Jornalistas em início de carreira ou finalistas dos cursos de jornalismo, economia, línguas;

– Fluência em mais que uma língua, sendo que o árabe, mandarim, russo e alemão são um factor de distinção entre os candidatos;

– Interesse pelo jornalismo financeiro;

– Bom curriculum académico (licenciatura ou mestrado);

As candidaturas ao programa de estágio decorrem entre 30 de Setembro e 31 de Dezembro. O processo de selecção acontece entre Fevereiro e Março de 2013, sendo que o estágio começa em Setembro de 2013.

ver em

http://www.hrportugal.pt/2012/07/19/estagios-remunerados-na-agencia-reuters/

Como pedir uma carta de recomendação?

Prepare-se com antecedência, componha uma lista de referências e junte algumas cartas de recomendação para estar preparado quando o possível empregador as pedir.

A quem pedir?

Deve escolher as pessoas certas para pedir referências sobre si. É importante conhecer bem as pessoas que o vão recomendar e obter a autorização delas para as usar como referência.

Deve escolher pessoas responsáveis, com um cargo elevado, se possível, que possam confirmar que trabalhou em determinado sítio com determinado cargo e que podem dizer porque saiu e outros detalhes.

Também é importante saber o que elas vão dizer sobre os seus antecedentes profissionais, o seu desempenho ou conhecimentos.

É perfeitamente aceitável usar referências que não sejam do seu anterior empregador. Pessoas conhecidas dos negócios, professores, clientes, etc. Todos eles podem ser boas referências.

Se fizer trabalho voluntário, pense em usar os ‘chefes de grupo’ ou outros membros da organização como referência pessoal.

Não é má ideia pedir uma carta de recomendação ao seu chefe directo ou a outra pessoa da direcção quando se despede. Claro que pode fazê-lo posteriormente, mas o tempo voa e as pessoas mudam de emprego. Nem sempre é fácil encontrar ‘ex-chefes’.

Se pedir a alguém para escrever uma carta de recomendação, certifique-se que “aquela” é a pessoa certa para o fazer.

Recusar uma má carta

Se a carta que lhe escreverem for fraca é melhor recusar educadamente.

Uma referência que não é suficientemente positiva pode ser tão prejudicial como uma referência negativa. Lembre-se que os empregadores sabem geralmente ler nas entrelinhas.

Dar uma ajuda

Se quiser ajudar a pessoa que vai fazer a sua carta e ajudar-se a si próprio, faça uma cópia do seu CV e uma lista dos seus êxitos. Podem ser uma boa base para a sua carta.

Algumas vezes a pessoa a quem pede para escrever uma carta, pede-lhe a si para a escrever e ela só assina. Escreva então a carta totalmente em nome dela e diga-lhe que antes de assinar, pode fazer alterações.

Recordar objectivos

Uma boa carta de recomendação diz mais do que quão boa a pessoa em questão é.

Uma boa carta aprofunda mais as coisas e descreve especificamente o quanto você é indicado para o lugar ao qual se está a candidatar. Lembre-se disto.

em: http://www.hrportugal.pt/2012/10/03/como-pedir-uma-carta-de-recomendacao/

Dianova Portugal implementa plano de igualdade e conciliação

A igualdade entre homens e mulheres constitui um dos princípios fundamentais da carta magna das Nações Unidas, de todos os convénios internacionais, tratados europeus, assim como da maioria das constituições nacionais.

Contudo, a mera declaração formal da igualdade entre mulheres e homens não é suficiente para garantir a efectiva igualdade por diversas razões de índole social, económica, cultural e política. Na prática, as discriminações subsistem, com mais ou menos intensidade de acordo com cada país, em áreas como a política, acesso a cargos de decisão, níveis salariais, acesso a empregos diversificados.

Deste modo, a Dianova desenvolveu o Plano para a Igualdade e Conciliação, que se caracteriza por um conjunto de medidas específicas, com vista à melhoria na perspectiva não só de género mas também de oportunidades e de tratamento.

“Apesar de já dispormos de medidas ainda que não sistematizadas desde há mais de duas décadas, sendo a favor de uma acção normativa dirigida à eliminação de todas as manifestações ainda existentes de discriminação, comprometemo-nos a trabalhar para a igualdade de oportunidades para todos(as) os nossos(as) 33 Colaboradores(as) efectivos e a contrato (17 são mulheres e 16 homens), independentemente do seu género, raça, religião, idade, em todos os âmbitos da sua influência, tanto internos como externos.”, refere Marta Santos, responsável pela área de Gestão de Pessoas da Dianova Portugal.

“A incorporação dos valores de igualdade e diversidade de forma transversal desta Organização Social impulsiona uma estratégia integradora de todas as pessoas ao mesmo tempo que potencia um crescimento rentável e sustentável da própria Dianova”, conclui Marta Santos.