Alunos/as do Mestrado Gestão de Recursos Humanos e CO visitam empresa Saint-Gobain Mondego

 

No passado dia 9 de novembro os/as alunos/as do mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional, do ISMT, visitaram a empresa Saint-Gobain Mondego na Figueira da Foz.

A visita foi organizada no âmbito da UC de Paradigmas da Organização do Trabalho, pela docente Rosa Monteiro e teve como objetivo conhecer o modelo de Excelência Empresarial – World Class Manufacturing -, desenvolvido pela Saint-Gobain.

A visita começou com uma apresentação de algumas das metodologias de trabalho desenvolvidas e seus impactos ao nível da Gestão de Recursos Humanos pela Dra. Célia Carrasqueira. Em particular, foi possível ver em implementação (na visita à fábrica) e discutir as vantagens das abordagens de Lean Manufacturing,  sistemas Kaizen, 5 s’s e Seis Sigma.

Fica um agradecimento à empresa na pessoa da Dra. Célia Carrasqueira pela excelente oportunidade de aprendizagem proporcionada.

 

abertura de candidaturas para estágios Programa Leonardo Da Vinci

Informamos que se encontram abertas as candidaturas para o Programa Leonardo da Vinci até ao dia 14 de Dezembro de 2012.
Podem candidatar-se a este Projecto financiado pela Comissão Europeia alunos que estejam neste momento a frequentar o 3ª ano da licenciatura.
O período de estágio financiado será de Outubro 2012/Janeiro 2013 a Março 2013/Junho 2013.

Ideias TI Potencialmente Empreendedoras

O concurso da Associação Nacional das Empresas das Tecnologias de Informação e Eletrónica (ANETIE) de Ideias TI Potencialmente Empreendedoras tem em marcha uma segunda fase. A iniciativa direciona-se a jovens universitários do norte e centro do País e a pessoas colectivas recentemente constituídas e sem actividade significativa.

 

http://www.anetie.pt/

 

Vale empreendedorismo (+E)

As empresas com menos de um ano poderão contar com um vale que irá suportar todas as despesas que o desenvolvimento do plano de negócios poderá gerar.

São 15 mil euros que irão funcionar como um apoio técnico que facilite o momento de arranque de uma empresa.

A verba já está disponível desde quarta-feira, dia 24 de Outubro e é uma entrega «a fundo perdido», explicou Carlos Oliveira, secretário de Estado do Empreendedorismo, ao Dinheiro Vivo.

Este vale de 15 mil euros serve para ajudar a constituir o “business plan” que irá ser fundamental para que uma “start up” possa arrancar de forma plena. O concurso lançado a 24 de Outubro de 2012 vai permanecer aberto em permanência até 13 de Novembro de 2013, repartido por 6 fases com datas limite para apresentação de candidaturas.

CFO portugueses debatem futuro da profissão

Interessante artigo sobre gestão e retenção de talentos:

http://www.hrportugal.pt/2012/10/29/cfo-portugueses-debatem-futuro-da-profissao/

 

A Michael Page Portugal, um dos maiores players mundiais na área do recrutamento e uma das empresas líderes do sector também a nível local, acaba de apresentar um estudo que elabora o retrato dos CFO a nível global e nacional, no qual foram inquiridos mais de 4.000 CFO em todo o mundo, incluindo Portugal.

O Barómetro foi discutido, no passado dia 24 de Setembro, entre a MP Portugal e alguns dos principais CFO de diversos sectores portugueses.

Relativamente ao seu futuro empresarial, os CFO inquiridos têm objectivos bastante concretos.

Um quinto dos CFO inquiridos espera tornar-se CEO ou director-geral nos próximos dois anos. Uma elevada percentagem dos CFO sul-americanos questionados (31%) prevêem dar este salto na carreira. Por outro lado, na América do Norte e Pacífico, um em 10 inquiridos (12% e 11%) acredita haver oportunidades para essa progressão nos próximos dois anos. No entanto, são, sobretudo os CFO na faixa etária entre os 35 e 49 anos que esperam tornar-se CEO no futuro próximo.

Em Portugal, os CFOs são motivados pela visão e estratégia dos seus futuros colaboradores e estariam dispostos a mudar de residência por motivos profissionais

• 50% dos CFO portugueses pretendem continuar como CFO mas com um leque mais variado de responsabilidades, enquanto 25% pretendem tornar-se CEO ou MD da sua empresa, sendo que as escolhas de carreira são sobretudo influenciadas pela estratégia do futuro empregador. Já o nível salarial e o equilíbrio entre vida e carreira vêm em segundo lugar.

• Por outro lado, profissionais CFO em Portugal, pretendem ainda desenvolver as suas competências de comunicação e apresentação, idiomas e marketing. Em comparação com outros CFO, a estratégia e gestão de equipas não se encontram entre as suas prioridades.

“No contexto de crise que vivemos actualmente, a relação entre o CEO e o CFO deveria ser fortalecida mas isso nem sempre acontece. Devemos ser cada vez mais o braço direito do CEO e dedicar-nos sobretudo a dar soluções. Temos meios de análise e pesquisa que o resto da empresa não tem e nestas alturas podemos prestar um serviço que outras funções não podem, pois não têm as ferramentas para o fazer”, comenta Isabel Valente, directora Financeira da Indústria Farmêutica.

Nuño Sainz, director Administrativo e Financeiro KIA afirma: “Num período como o que atravessamos, é função-chave do CFO coordenar todas as áreas da empresa. Pela minha experiência pessoal, o CEO preocupa-se principalmente com a área comercial mas há outros departamentos dentro da empresa onde o trabalho de segunda linha do CFO é essencial, pois cabe-lhe analisar o ponto em que a empresa se encontra e desenhar as metas que esta deve alcançar. O CFO faz a diferença porque analisa profundamente toda a informação da empresa, entra no detalhe e detecta áreas de melhoria. Para tal, é imprescindível que esteja envolvido no negócio, acompanhando inclusivamente a área comercial para assegurar a rentabilidade das operações, assim como para apresentar soluções em que o CEO e o departamento comercial não tinham reparado”.

Miguel Albuquerque, CFO da Rexel, constata ainda que “No actual clima económico, o CEO pode ter alguma dificuldade em afastar-se da realidade do dia-a-dia e pensar em termos estratégicos. Neste contexto, o CFO pode ser uma peça-chave na organização e dar um contributo importante, fornecendo aconselhamento com vista ao upgrade do modelo de negócio”, refere.

Daniela Simões, directora Financeira da Luis Simões, destaca ainda que relação entre CEO e CFO depende da empresa: “Na Luis Simões, o CFO tem uma grande importância porque se entende que o suporte de seguimento do negócio é fundamental. Os nossos CFO têm uma componente marcadamente comercial e por outro lado a área comercial necessita de uma perspectiva financeira. Assim, há uma ligação muito forte entre CEO e CFO”.

No entanto, mais de metade dos CFO inquiridos (51%) tem expectativas pouco ambiciosas para as suas carreiras nos próximos dois anos. Vêem-se a desempenhar a mesma função, mas com um leque de responsabilidades mais alargado – sobretudo os CFO com um máximo de cinco anos de experiência.

Outra das conclusões apuradas pelo Barómetro passou pelo facto de quase metade dos CFO com idades compreendidas entre os 50 e os 54 anos ainda esperar um aumento de responsabilidades. Mais de um terço dos CFO entre os 55 e os 60 anos (37%) têm as mesmas expectativas. Por outro lado, um quinto dos CFO com mais de 60 anos ainda espera ver-lhe atribuídas mais responsabilidades nos próximos dois anos.

“Outro aspecto importante deste estudo é a preocupação que os CFO têm no desenvolvimento das soft skills”, destaca Miguel Albuquerque. “Penso que os CFO têm de sair mais da sua zona de conforto, uma zona mais técnica, e investir mais na capacidade de comunicação e liderança até para serem reconhecidos dentro da própria organização”, conclui.

Por outro lado, o Barómetro de CFO 2012, identificou igualmente as necessidades prementes para 2012: Para este ano, a redução de custos de fixos é significativamente mais importante para os países europeus do que para as empresas de outras regiões. Dos CFO europeus inquiridos, 41% consideraram este um projecto particularmente importante para 2012, enquanto na América do Norte apenas 27% consideraram o tema dos custos fixos extremamente importante.

A optimização de custos torna-se mais importante à medida que aumenta a dimensão da empresa. 63% dos CFO de empresas com menos de 100 colaboradores nomearam a optimização de custos como um dos projectos mais importantes para o corrente ano. À medida que aumenta o número de colaboradores, aumenta também a percentagem. Em empresas com mais de 5.000 colaboradores, 71% dos CFO nomearam a optimização de custos como o projecto mais importante.

Perante a pergunta sobre como ultrapassar estes desafios em 2013, inquiridos portugueses e os diferentes CFO presentes na discussão do estudo, afirmaram que o seu desafio é reduzir custos, sendo que a principal prioridade para este ano é manter a motivação das equipas e tentar melhorar o ambiente de trabalho.

Por parte de Daniela Simões, CFO da Luís Simões, uma das estratégias passa por envolver os melhores talentos nos projectos mais relevantes que a companhia tem. São assim constituídas equipas multi-disciplinares de talentos no sentido de desenvolverem novos serviços para clientes e novas tecnologias a implementar. Inclusivamente, existe mesmo um programa específico dentro da companhia, o LS Plus, que aposta no desenvolvimento de competências de vários talentos previamente seleccionados no seio da empresa.

Já Isabel Andrade, da McDonald’s, defende que a empresa se encontra, como é natural face à conjuntura financeira, relativamente limitada a nível de incremento da massa salarial. No entanto, os colaboradores da McDonald’s gostam de estar na empresa e não é frequente sucederem saídas. Uma das formas de estimular a retenção de talento é o impulsionar da circulação internacional, oferecendo a determinados quadros a hipótese de trabalharem noutros escritórios da marca um pouco por todo o mundo.

Pelo seu lado, Miguel Albuquerque, CFO da Rexel, afirma: “Para reter talento, criámos grupos multi-disciplinares para analisarem o negócio da empresa e o caminho que a organização vai seguir, para que os colaboradores se sintam envolvidos no negócio e sugiram ideias interessantes que possam ser postas em prática. Desta forma, criamos uma ligação muito mais emocional entre a empresa e os colaboradores”.

A Parque Expo, sendo uma entidade empresarial do Estado, de capitais exclusivamente públicos, encontra-se numa situação semelhante: “Neste momento, não conseguimos incentivar os nossos colaboradores a nível remuneratório e a perspectiva é que nos próximos tempos a situação não se irá alterar. Neste quadro, é um desafio enorme reter os quadros técnicos altamente qualificados que trabalham connosco. Não podendo incentivar estes profissionais ao nível do vencimento, procuramos fazer projectos de responsabilidade corporativa para que tenham um cada vez maior sentimento de pertença em relação à organização”, afirma John Antunes, presidente e CEO da Parque Expo.

“Este Barómetro identificou as mais variadas tendências no sector financeiro em Portugal a nível mundial. Estamos perante uma conjuntura adversa mas que, no entanto, mostra sinais de recuperação e de crescimento. Os profissionais estão mais atentos a oportunidades e tendem a ser cada mais competitivos de forma saudável. Procurar novas competências faz parte dos radares dos profissionais desta área. Estamos perante candidatos com altas competências o que, de certa forma, impulsiona a importância, cada vez maior de um CFO em empresas de qualquer dimensão”, conclui Álvaro Fernández, director-geral da Michael Page Portugal.

Como responder às 5 perguntas mais difíceis numa entrevista de trabalho

Ser chamado para uma entrevista é uma primeira vitória mas nada de euforias, esta foi apenas a primeira batalha que vai enfrentar.

Na entrevista, aí sim, vai ter que dar o seu melhor e impressionar a pessoa, ou pessoas, à sua frente que pretendem ficar a conhecer melhor o indivíduo por detrás do currículo, de forma a contratá-lo ou não.

O site Career Builder.com apurou junto de 650 entrevistadores canadianos e norte-americanos quais as perguntas mais comuns que fazem nas entrevistas e quais as melhores respostas a dar.

Para saber quais são consulte o seguinte endereço:

http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO066634.html?page=0

 

Palavras proibidas no CV

O curriculum vitae é o primeiro passo no processo de conquistar o trabalho para o qual se candidata. Pelo menos é ele que nos abre a porta a uma possível entrevista. Dos funcionais aos cronológicos, um CV pode ser apresentado das mais variadas formas, no entanto, existem palavras que são terminantemente proibidas de usar.

Quando respondemos a um anúncio, o CV é o primeiro e único documento que chega à pessoa que nos irá entrevistar. Assim, a necessidade de causar boa impressão e de nos realçarmos começa logo aí. Ele é a primeira apresentação aos recursos humanos da empresa que o vai recrutar e o primeiro objectivo não passa ainda por conseguir o lugar em questão, mas sim uma entrevista.

Assim, para que ao ler o seu CV, a pessoa ou departamento que vai efectuar as entrevistas fique logo interessado em contacta-lo, o seu CV deve estar cheio de palavras-chave. As palavras-chaves são fundamentais porque tornam um curriculum mais funcional para além de focarem a atenção para a informação que surge a seguir.

No sentido inverso, existem aquelas palavras ou expressões que não se devem utilizar. Podem castrar logo à partida as hipóteses de resposta à sua carta.

Tente evitar:

Erros ortográficos. Se tem dúvidas mais vale consultar um dicionário;

Erros de construção frásica. São falhas que se devem evitar a todo o custo. Uma carta de apresentação mal escrita é quase a mesma coisa que morte súbita;

Verbos conjugados no passado. O objectivo é ser activo e mostrar iniciativa. Verbos como fui…, realizei…, elaborei…, não funcionam. Quando estiver a especificar a função que desempenhou use verbos no presente.

Se quer mesmo conseguir aquele emprego de sonho, dedique algum tempo na elaboração do seu CV, para que as falhas não existam. Vai ver que valerá a pena.

Aprenda com os erros. O que pode e o que não pode dizer no CV

Normalmente quando se oferece emprego pede-se aos candidatos que enviem, com o Currículo Vitae, uma carta de motivação que vá para lá do percurso profissional e que dê a conhecer um pouco mais do candidato. Descrever a família ou a infância pode não parecer ser muito motivador, mas a forma como é dito ou mostrado pode fazer a diferença.

Num estudo junto de várias empresas, o centro britânico CareerBuilder, tentou perceber o que os candidatos escrevem para serem notados. No contacto com 2298 empregadores aperceberam-se de que a inovação já não assusta os candidatos.

Por outro lado, a técnica funciona já que os empregadores confessaram que em 30 segundos conseguem perceber se o candidato tem ou não potencial para ingressar na empresa.

Conheça as maiores inovações apresentadas e que tiveram direito a um contrato:
1 – Um candidato enviou um resumo da sua vida na forma de um puzzle, sempre que se puxava um título, o resumo alinhava-se;
2 – Candidatas que nunca trabalharam optaram por colocar as facetas de mãe, cozinheira, professora, terapeuta, doméstica, motorista;
3 – Uma candidata para o departamento de marketing de uma empresa criou uma brochura de auto-promoção;
4 – Um candidato que se apresentava como cozinheiro, apresentou o currículo na forma de menu;
5 – Um candidato fez uma imitação perfeita de uma imagem de pesquisa da Google, onde dizia ser o candidato perfeito;

Por outro lado, há muita coisa que é dita e que retrai o empregador em menos de 30 segundos.

Se pensar em inovar, evite este tipo de abordagem:
1 – “Sou um génio, posso ser entrevistado no meu apartamento”;
2 – “A minha família pertence a um Gang”;
3 – “Sei caçar crocodilos”;
4 – “Hobbie: Roubo informações pessoais através da Internet”;
5 – “Este currículo deve ser lido como uma canção”;
6 – “Fui o príncipe do baile de finalistas em 1984”;
7 – Idiomas: Antártico;
8 – A fotografia do Currículo era tirada numa rede;
9 – Currículo era enfeitado com coelhos cor-de-rosa;
10 – Candidata considerou-se atenta a pormenores e escreveu mal o nome da empresa a que se candidatava.

http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO052626.html

Contratar jovens dá descontos fiscais às empresas

Há incentivos fiscais para as empresas que contratem jovens ou desempregados de longa duração, com descontos no IRS e IRC pagos.

Até ao final deste ano, as empresas que aumentem o número de empregados através da contratação de jovens entre 16 anos e 35 anos – com excepção dos jovens com menos de 23 anos, que não tenham concluído o ensino secundário, e não frequentem nenhuma formação que permita elevar o nível de escolaridade – ou de pessoas em situação de desemprego há mais de 9 meses poderão majorar em 50% o custo fiscal relativo aos encargos que essas contratações geram.

Essa majoração poderá ser efectuada durante um período de 5 anos, por isso as empresas que ainda efectuarem estes contratos durante este ano poderão contar com a majoração, que conta desde o início da vigência do contrato de trabalho. O montante máximo da majoração anual, por posto de trabalho, é de 14 vezes a retribuição mínima mensal garantida.

Os trabalhadores independentes não podem incluir para estes benefícios a contratação de familiares. Estes benefícios não são cumuláveis com outros benefícios fiscais aplicados ao mesmo trabalhador ou posto de trabalho.

Para o próximo ano, e já a contar com o Programa de combate ao desemprego levado a cabo pelo Ministério da economia, as empresas que contratem desempregados com mais de 45 anos também terão benefícios, com o reembolso de 100% da TSU.

http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO065684.html