{"id":2623,"date":"2014-02-27T00:12:22","date_gmt":"2014-02-27T00:12:22","guid":{"rendered":"http:\/\/web.ismt.pt\/wp\/oimtnews\/?p=2623"},"modified":"2014-02-27T00:12:22","modified_gmt":"2014-02-27T00:12:22","slug":"como-escrever-uma-boa-carta-de-apresentacao-6-conselhos-e-2-exemplos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oimt.ismt.pt\/?p=2623","title":{"rendered":"Como escrever uma boa carta de apresenta\u00e7\u00e3o. 6 conselhos e 2 exemplos"},"content":{"rendered":"<p><strong>O que dizem os especialistas<\/strong><br \/>\nOs especialistas dizem que a carta de apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria. \u201cN\u00e3o a enviar \u00e9 sinal de pregui\u00e7a. Equivale a cometer erros de ortografia e de gram\u00e1tica no curr\u00edculo. \u00c9 algo que n\u00e3o se faz\u201d, diz Jodi Glickman, especialista em comunica\u00e7\u00e3o e autora de \u201cGreat on the Job\u201d. John Lees, um estratega de carreiras do Reino Unido e autor de \u201cKnockout CV\u201d, concorda e explica que, mesmo que apenas metade das cartas de apresenta\u00e7\u00e3o sejam lidas, ainda restam 50% de possibilidades de que o facto de incluir uma o ajude. \u201c\u00c9 uma oportunidade para se distinguir\u201d, acrescenta Glickman. Mas, como toda a gente que j\u00e1 escreveu uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o sabe, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil escrev\u00ea-la bem. Veja como dar aos recrutadores aquilo que eles querem.<\/p>\n<p><strong>1. Fa\u00e7a uma pesquisa inicial<\/strong><br \/>\nAntes de come\u00e7ar a escrever, descubra mais acerca da empresa e do trabalho espec\u00edfico que pretende. Analise o website da empresa, o Twitter dos seus executivos e o perfil dos empregados no LinkedIn. \u201cFa\u00e7a alguma pesquisa al\u00e9m da leitura da descri\u00e7\u00e3o do posto de trabalho\u201d, aconselha Lees. Descubra quais s\u00e3o os desafios que a empresa enfrenta e como a sua fun\u00e7\u00e3o ajudaria a lidar com eles. Conhecer melhor a empresa ajuda-o a escolher o tom correto a usar na sua carta de apresenta\u00e7\u00e3o. \u201cPense na cultura da organiza\u00e7\u00e3o \u00e0 qual se candidata\u201d, \u00e9 o conselho de Glickman. \u201cSe for uma ag\u00eancia criativa, como uma oficina de design, pode arriscar mais, mas se for uma organiza\u00e7\u00e3o conservadora, como um banco, \u00e9 prefer\u00edvel ser mais contido.\u201d<\/p>\n<div id=\"divContent_2\">\n<p><strong>2. Fa\u00e7a uma abertura forte<\/strong><br \/>\n\u201cAs pessoas, normalmente, come\u00e7am por escrever \u2018Estou a candidatar-me ao emprego X, que vi no lugar Y.\u2019 \u00c9 um desperd\u00edcio de texto\u201d, avisa Lees. Em vez disso, inicie a carta com uma frase forte. \u201cComece com a frase-chave \u2014 por que raz\u00e3o este emprego o entusiasma e voc\u00ea \u00e9 a pessoa certa para ele\u201d, diz Glickman. Por exemplo, pode escrever, \u201cSou um profissional de angaria\u00e7\u00e3o de fundos na \u00e1rea ambiental, com mais de 15 anos de experi\u00eancia, e adoraria contribuir com os meus conhecimentos e entusiasmo para a vossa equipa em constante desenvolvimento\u201d. Provavelmente o recrutador est\u00e1 a ler uma pilha de cartas, por isso tem de lhe chamar a aten\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o tente ser engra\u00e7adinho. \u201cO humor normalmente n\u00e3o resulta, ou parece egoc\u00eantrico\u201d, diz Lees. Abstenha-se tamb\u00e9m dos lugares-comuns. \u201cDiga algo direto e din\u00e2mico, como \u2018Antes de continuar a ler, permita-me chamar-lhe a aten\u00e7\u00e3o para duas raz\u00f5es pelas quais poder\u00e1 querer contratar-me&#8230;\u2019<\/p>\n<p>Se tiver uma rela\u00e7\u00e3o pessoal com a empresa ou com algu\u00e9m que ali trabalhe, n\u00e3o deixe de o mencionar na primeira ou na segunda frase. E enderece a sua carta a algu\u00e9m espec\u00edfico. \u201cCom as redes sociais, n\u00e3o h\u00e1 desculpa para n\u00e3o descobrir o nome de um respons\u00e1vel de recursos humanos\u201d, afirma Glickman.<\/p>\n<p><strong>3. Enfatize o seu valor pessoal<\/strong><br \/>\nOs recrutadores procuram pessoas que possam ajud\u00e1-los a resolver problemas. Com base na pesquisa que fez anteriormente, mostre que sabe o que a empresa faz e que conhece alguns dos desafios que enfrenta. Estes n\u00e3o t\u00eam de ser espec\u00edficos, mas pode mencionar uma tend\u00eancia que afete o setor. Pode escrever, por exemplo, \u201cMuitas empresas de presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade est\u00e3o a debater-se para perceber como a altera\u00e7\u00e3o das leis ir\u00e1 afetar a sua capacidade de fornecer cuidados de sa\u00fade de elevada qualidade\u201d. Em seguida, indique como a sua experi\u00eancia o equipou para responder a essas necessidades, talvez explicando como resolveu um problema semelhante no passado, ou partilhando uma das suas concretiza\u00e7\u00f5es relevantes.<\/p>\n<div id=\"divContent_3\">\n<p><strong>4. Transmita entusiasmo<\/strong><br \/>\nDeixe claro por que raz\u00f5es pretende o trabalho. \u201cNa economia atual, muitas pessoas t\u00eam as capacidades certas, pelo que os empregadores querem algu\u00e9m que deseje, efectivamente, o trabalho\u201d, diz Glickman. \u201cO entusiasmo transmite personalidade\u201d, acrescenta Lees, que sugere que se escreva algo como \u201cGostaria muito de trabalhar para a vossa empresa. Quem n\u00e3o gostaria? Voc\u00eas s\u00e3o os l\u00edderes do setor, estabelecendo os padr\u00f5es que os outros se limitam a seguir\u201d. N\u00e3o se d\u00ea ao trabalho de enviar uma candidatura se n\u00e3o estiver entusiasmado acerca de algum aspeto da empresa ou da fun\u00e7\u00e3o. \u201cEnviar 100 curr\u00edculos \u00e9 uma perda de tempo. Descubra 10 empresas para as quais gostava de trabalhar e dedique-se a essas, de alma e cora\u00e7\u00e3o\u201d, sugere Glickman. Ao mesmo tempo, n\u00e3o exagere nas lisonjas nem diga nada que n\u00e3o seja sincero. A autenticidade \u00e9 fundamental. \u201cN\u00e3o quer certamente parecer um adolescente demasiado efusivo\u201d, alerta Glickman. Seja profissional e maduro. Lees salienta que em alguns setores, como a moda ou a tecnologia, \u00e9 mais adequado exprimir o seu gosto por alguns produtos ou servi\u00e7os da empresa. Uma boa regra \u00e9 \u201cusar o estilo de linguagem que o recrutador usaria com um dos seus clientes.\u201d<\/p>\n<p><strong>5. Escreva um texto curto<\/strong><br \/>\nMuitos dos conselhos que pode encontrar sugerem que escreva uma carta com menos de uma p\u00e1gina completa. Mas, tanto Glickman como Lees, afirmam que \u00e9 prefer\u00edvel ser ainda mais breve. \u201cA maioria das cartas de apresenta\u00e7\u00e3o que vejo s\u00e3o demasiado longas\u201d, diz Lees. \u201cA carta deve ser suficientemente curta para poder ser lida com um olhar\u201d. Tem de cobrir muita coisa, mas de forma sucinta.<\/p>\n<div id=\"divContent_4\">\n<p><strong>6. Quando n\u00e3o pode enviar uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n\u201cNo buraco negro de um sistema online, as regras podem ser diferentes\u201d, admite Glickman. Muitas empresas hoje em dia utilizam sistemas de candidatura online que n\u00e3o permitem uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o. Poder\u00e1 descobrir como incluir uma no mesmo documento do curr\u00edculo, mas n\u00e3o h\u00e1 garantia, especialmente porque alguns sistemas apenas admitem a introdu\u00e7\u00e3o de dados em caixas espec\u00edficas. Nestes casos, use os formatos que lhe s\u00e3o concedidos para demonstrar a sua capacidade de realizar o trabalho e o seu entusiasmo pela fun\u00e7\u00e3o. Se poss\u00edvel, tente arranjar algu\u00e9m a quem possa enviar um breve email de seguimento, salientando alguns pontos-chave da sua candidatura.<\/p>\n<p><strong>Princ\u00edpios a recordar<\/strong><br \/>\n<em><strong>A fazer:<\/strong><\/em><br \/>\na. Use uma frase de abertura forte, que torne claras as raz\u00f5es pelas quais pretende o emprego e \u00e9 a pessoa certa para ele<\/p>\n<p>b. Seja sucinto \u2014 um recrutador deve poder ler a carta de apresenta\u00e7\u00e3o com um \u00fanico olhar<\/p>\n<p>c. Partilhe uma concretiza\u00e7\u00e3o que prove a sua capacidade de lidar com os desafios que o empregador enfrenta<\/p>\n<p><em><strong>A n\u00e3o fazer:<\/strong><\/em><br \/>\na. Tentar ser engra\u00e7adinho \u2014 a maioria das vezes n\u00e3o resulta<\/p>\n<p>b. Enviar uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica \u2014 personalize a carta para cada posto de trabalho espec\u00edfico<\/p>\n<p>c. Exagerar nas lisonjas \u2014 seja profissional e maduro<\/p>\n<p><strong>Dois exemplos<\/strong><br \/>\n<strong>Estudo de Caso#1:<\/strong> <strong>Mostre que compreende aquilo de que a empresa necessita<\/strong><br \/>\nMichele Sommers, vice-presidente de RH da Boys &amp; Girls Village, uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos no Connecticut, publicou recentemente um an\u00fancio para um especialista em recrutamento e forma\u00e7\u00e3o. \u201cProcurava algu\u00e9m com muita experi\u00eancia de recrutamento, que pudesse fazer tudo, desde arranjar candidatos at\u00e9 ao acolhimento dos novos contratados\u201d, explica. Tamb\u00e9m pretendia que a pessoa fosse capaz de aprender sozinha. \u201cSomos uma equipa pequena e n\u00e3o tenho possibilidade de formar ningu\u00e9m\u201d, afirma.<\/p>\n<div id=\"divContent_5\">\n<p>Houve mais de 100 candidaturas ao posto de trabalho. O sistema de candidatura online da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o permite anexar cartas de apresenta\u00e7\u00e3o, mas uma das candidatas, chamemos-lhe Heidi, enviou um email de acompanhamento depois de submeter o seu curr\u00edculo. \u201cFoi bom t\u00ea-lo feito, pois, caso contr\u00e1rio, teria sido eliminada\u201d, conta Michele.<\/p>\n<p>O curr\u00edculo de Heidi dava a ideia de que saltava continuamente de emprego em emprego\u2014 per\u00edodos muito curtos em cada fun\u00e7\u00e3o anterior. Michele partiu do princ\u00edpio que ela n\u00e3o tinha grande desempenho e passava o tempo a ser despedida. Era tamb\u00e9m a \u00fanica candidata que n\u00e3o possu\u00eda uma licenciatura de quatro anos.<\/p>\n<p>Mas o email de Heidi chamou a aten\u00e7\u00e3o de Michele. Em primeiro lugar, era profissional. Heidi afirmava claramente que escrevia para confirmar se a sua candidatura fora recebida. Continuava, explicando como obtivera o nome e os dados de Michele (atrav\u00e9s do patr\u00e3o do marido que fazia parte do conselho diretivo) e a sua liga\u00e7\u00e3o pessoal \u00e0 Boys &amp; Girls Village (o sogro realizara algum trabalho na organiza\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Mas o que chamou efetivamente a aten\u00e7\u00e3o de Michele foi o facto de Heidi conhecer bem o grupo e os desafios que enfrentava. Fizera o seu trabalho de casa e \u201clistara algumas coisas que ela faria ou j\u00e1 tinha feito, que ajudariam a resolver essas necessidades\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA personalidade e paix\u00e3o que ela transmitia na carta de apresenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foram vis\u00edveis na entrevista telef\u00f3nica\u201d, conta Michele. Heidi acabaria por se mostrar mais do que qualificada para o trabalho. \u201cEu queria, desde o in\u00edcio, que esta fun\u00e7\u00e3o fosse mais importante, mas n\u00e3o me parecia poss\u00edvel. Quando a conheci, percebi que a expans\u00e3o era poss\u00edvel.\u201d Tr\u00eas semanas mais tarde, Michele ofereceu o trabalho a Heidi, que o aceitou.<\/p>\n<div id=\"divContent_6\">\n<p><strong>Estudo de Caso #2: Chame a aten\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nAo longo dos \u00faltimos quatro anos, Emily Sernaker candidatou-se a v\u00e1rias posi\u00e7\u00f5es no International Rescue Committee (IRC). Nunca desistiu. A cada candidatura, enviava uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o personalizada. \u201cQueria que a minha carta de apresenta\u00e7\u00e3o salientasse as minhas qualifica\u00e7\u00f5es, pensamento criativo e respeito genu\u00edno pela organiza\u00e7\u00e3o\u201d, declara.<\/p>\n<p>Sarah Vania, a diretora regional de RH da regi\u00e3o, diz que as cartas de apresenta\u00e7\u00e3o de Emily lhe chamaram a aten\u00e7\u00e3o, especialmente porque inclu\u00edam v\u00e1rias liga\u00e7\u00f5es de v\u00eddeo que mostravam os resultados do trabalho de promo\u00e7\u00e3o e angaria\u00e7\u00e3o de fundos de Emily noutras organiza\u00e7\u00f5es. Emily explica, \u201cEu tinha experi\u00eancia na defesa de antigas crian\u00e7as-soldado, sobreviventes de tr\u00e1fico humano, mulheres vulner\u00e1veis e refugiados. Uma coisa \u00e9 fazer afirma\u00e7\u00f5es numa carta de apresenta\u00e7\u00e3o, do g\u00e9nero, \u2018Sou capaz de fazer um discurso, sou uma pessoa criativa, sou prest\u00e1vel\u2019, mas demonstrar essas qualidades parecia-me uma maneira melhor de convencer um recrutador de que as afirma\u00e7\u00f5es eram verdadeiras.\u201d<\/p>\n<p><em>Eis o que Emily escreveu a Sarah sobre o v\u00eddeo:<\/em><br \/>\nEste \u00e9 um pequeno v\u00eddeo acerca da minha hist\u00f3ria no ativismo. A organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos Invisible Children realizou-o para uma confer\u00eancia juvenil na qual falei este ano. Tem cerca de quatro minutos.<\/p>\n<p>Como perceber\u00e1 no v\u00eddeo, tive muito sucesso enquanto angariadora de fundos, reunindo mais de 200 mil d\u00f3lares para a Invisible Children. Desde ent\u00e3o tenho trabalhado como consultora para a Wellspring International e conclu\u00ed recentemente os meus estudos com uma bolsa da Rotary International.<\/p>\n<div id=\"divContent_7\">\n<p>Em todas as cartas de apresenta\u00e7\u00e3o, Emily tamb\u00e9m deixou claro o quanto queria trabalhar para o IRC. \u201cTransmitir entusiasmo \u00e9 algo que nos torna vulner\u00e1veis e pode ser visto como ingenuidade mas, no meu caso, o meu entusiasmo pela organiza\u00e7\u00e3o era genu\u00edno e pareceu-me correto exprimi-lo\u201d, diz ela.<br \/>\n<em><br \/>\nEis como Emily transmitiu o seu interesse em trabalhar para o IRC:<\/em><br \/>\nQuero tamb\u00e9m que saibam que aprecio sinceramente o IRC. Apreciei os conhecimentos que obtive acerca dos vossos programas e visitei pessoalmente as vossas instala\u00e7\u00f5es em Nova Iorque, a quinta New Roots em San Diego, e as exposi\u00e7\u00f5es \u201cWe Can Be Heroes\u201d e \u201cHalf the Sky\u201d em Los Angeles. O IRC \u00e9 a minha primeira escolha e acredito que serei um contributo valioso para a vossa equipa de angaria\u00e7\u00e3o de fundos.<\/p>\n<p>Emily compreendeu ao longo do processo que a organiza\u00e7\u00e3o tinha centenas de candidatos para cada posi\u00e7\u00e3o e que havia uma forte competi\u00e7\u00e3o. \u201cConclui que n\u00e3o seria a melhor escolha para cada posto, mas n\u00e3o deixei de crer que tinha um contributo significativo a fazer\u201d, diz. Finalmente, a persist\u00eancia de Emily foi recompensada. Em Junho passado, foi contratada como coordenadora tempor\u00e1ria de rela\u00e7\u00f5es externas e, em Outubro, foi transferida para um cargo permanente.<br \/>\n<strong><br \/>\n<em>Amy Gallo <\/em><\/strong>escreve regularmente para a Harvard Business Revie. Siga-a no <a href=\"https:\/\/twitter.com\/amyegallo\" target=\"blank\">Twitter<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/www.dinheirovivo.pt\/Emprego\/Artigo\/CIECO323207.html?page=7<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que dizem os especialistas Os especialistas dizem que a carta de apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria. \u201cN\u00e3o a enviar \u00e9 sinal de pregui\u00e7a. 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