{"id":1146,"date":"2013-04-11T14:13:53","date_gmt":"2013-04-11T14:13:53","guid":{"rendered":"http:\/\/web.ismt.pt\/wp\/oimtnews\/?p=1146"},"modified":"2013-04-11T14:13:53","modified_gmt":"2013-04-11T14:13:53","slug":"ve-quem-contrata-em-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oimt.ismt.pt\/?p=1146","title":{"rendered":"V\u00ea quem contrata em Portugal."},"content":{"rendered":"<p>As universidades portuguesas est\u00e3o h\u00e1 muito na mira das principais tecnol\u00f3gicas nacionais e internacionais, quando a miss\u00e3o \u00e9 atrair e reter talento nas suas equipas. O sector das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o \u00e9 o mais din\u00e2mico nas contrata\u00e7\u00f5es e em Portugal parece seguir imune \u00e0 crise. Esta semana dois gigantes da tecnologia anunciaram novas contrata\u00e7\u00f5es. Para a Gfi v\u00e3o entrar 1700 novos profissionais a n\u00edvel mundial, 70 integrar\u00e3o o escrit\u00f3rio nacional da empresa. J\u00e1 a Gatewit tem lugar para 60 novos colaboradores.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de uma boa parte das empresas portuguesas ou com opera\u00e7\u00f5es em territ\u00f3rio nacional, quer a Gfi quer a Gatewit est\u00e3o em rota de expans\u00e3o. A primeira precisa de contratar rapidamente 1700 novos quadros para fazer face ao crescente n\u00famero de projetos que tem vindo a conquistar a n\u00edvel mundial. A segunda figura na lista das tecnol\u00f3gicas que mais cresceram na regi\u00e3o da Europa M\u00e9dio Oriente e \u00c1frica (EMEA), de acordo com o Deloitte Technology Fast 500 EMEA 2012. O crescimento de 1026% que registou no ano passado valeu-lhe o 106\u00ba lugar no ranking e sustenta agora a necessidade de contratar para solo nacional 60 novos quadros.<\/p>\n<p>Dos 1700 recrutamentos anunciados esta semana pela consultora de tecnologias de informa\u00e7\u00e3o Gfi, s\u00f3 70 integrar\u00e3o a equipa nacional da empresa. Mas Tiago Dias, respons\u00e1vel de recrutamento da tecnol\u00f3gica em territ\u00f3rio nacional, admite que al\u00e9m destes, possam vir a ser contratados em solo luso mais 20 especialistas em tecnologias de informa\u00e7\u00e3o cujo destino ser\u00e1 refor\u00e7ar as equipas da B\u00e9lgica\/ Luxemburgo. \u201cA dimens\u00e3o do grupo, o crescente investimento em novas tecnologias e uma situa\u00e7\u00e3o financeira saud\u00e1vel\u201d t\u00eam segundo o l\u00edder permitido a prossecu\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de crescimento sustent\u00e1vel da empresa, quer em receitas quer em rentabilidade. Mas Tiago Dias destaca tamb\u00e9m \u201ca forte pol\u00edtica de aquisi\u00e7\u00f5es que tem vindo a ser desenvolvida, com vista \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o da oferta de servi\u00e7os de TI, software, ERP e consultoria\u201d.<\/p>\n<p>O processo de recrutamento agora em curso tem um prazo de execu\u00e7\u00e3o que se dever\u00e1 prolongar at\u00e9 ao final do ano. Das 1700 contrata\u00e7\u00f5es, cerca de 1300 t\u00eam como destino os 40 escrit\u00f3rios do grupo Gfi em Fran\u00e7a, 330 ter\u00e3o oportunidade de trabalhar em geografias t\u00e3o diversas como Marrocos, Espanha, Su\u00ed\u00e7a, B\u00e9lgica e Luxemburgo, onde a Gfi conta j\u00e1 com contrata\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas.<\/p>\n<p>Na mira da empresa est\u00e3o programadores, consultores de infraestruturas e arquitetos de software, com diferentes n\u00edveis de experi\u00eancia, forma\u00e7\u00e3o superior e muita \u201crobustez t\u00e9cnica\u201d. J\u00faniores ou seniores, Tiago Dias garante que ningu\u00e9m fica de fora nesta miss\u00e3o de contrata\u00e7\u00e3o onde a sele\u00e7\u00e3o dos candidatos ser\u00e1 assegurada pela equipa de Atra\u00e7\u00e3o de Talento da tecnol\u00f3gica, em conjunto com gestores e especialistas t\u00e9cnicos, a partir das candidaturas realizadas no s\u00edtio online da empresa. \u201cOs candidatos selecionados ser\u00e3o integrados em equipas de consultoria de sistemas de informa\u00e7\u00e3o e outsourcing que representam polos de compet\u00eancias tecnol\u00f3gicas distintas como a Microsoft, Oracle, EMC, Sage\u201d, explica o respons\u00e1vel adiantando contudo que \u201ca mobilidade internacional \u00e9 um aspeto cada vez mais valorizado na Gfi\u201d.<\/p>\n<p>Postura semelhante tem a tecnol\u00f3gica Gatewit. A empresa contratou 50 novos colaboradores no \u00faltimo ano e em 2013 quer ir mais al\u00e9m nos n\u00fameros. A aposta crescente na internacionaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 a revelar-se uma receita de sucesso para a empresa que sempre teve os olhos postos nas universidades nacionais e no talento tecnol\u00f3gico que estas s\u00e3o capazes de produzir.<\/p>\n<p>Num processo de dete\u00e7\u00e3o de talento liderado por Carla Carvalho, diretora de recursos humanos da Gatewit, a tecnol\u00f3gica tem 60 vagas abertas para preencher, em \u00e1reas t\u00e3o diversas como os sistemas de informa\u00e7\u00e3o, marketing, qualidade e consultoria. Em paralelo, a tecnol\u00f3gica tem tamb\u00e9m oportunidades dispon\u00edveis na sua \u00e1rea comercial.<\/p>\n<p>Carla Carvalho n\u00e3o estabelece padr\u00f5es para os colaboradores a contratar. Entre o p\u00fablico-alvo deste processo de recrutamento est\u00e3o \u201cperfis com ou sem experi\u00eancia, pessoas com esp\u00edrito empreendedor, gosto pelo trabalho em equipa, flexibilidade e capacidade de dedica\u00e7\u00e3o, interesse por quest\u00f5es relacionadas com a responsabilidade social e ambiental, dom\u00ednio de ingl\u00eas e espanhol. Pessoas que se atrevem a concretizar as respostas mais dif\u00edceis e ao mesmo tempo ansiosas por encontrar as suas pr\u00f3prias solu\u00e7\u00f5es\u201d, explica.<\/p>\n<p>A diretora de recursos humanos justifica a expans\u00e3o da empresa com um crescimento em contraciclo, mas tamb\u00e9m \u201cum aumento da procura de solu\u00e7\u00f5es que permitem obter poupan\u00e7as e reduzir custos com as da Gatewit\u201d mas adianta que a tecnol\u00f3gica sempre teve tradi\u00e7\u00e3o em acolher novos profissionais, sobretudo entre os mais juniores.<\/p>\n<p>Priorizando fortemente as capacidades t\u00e9cnicas e a partilha do quadro de valores da organiza\u00e7\u00e3o, a Gatewit seleciona anualmente, atrav\u00e9s da sua Talent Academy, cerca de 50 novos talentos, num processo anual que contempla cinco etapas distintas: envio de CV para a empresa atrav\u00e9s do seu s\u00edtio online ou em feiras de emprego, an\u00e1lise de candidaturas, entrevista telef\u00f3nica, entrevista de grupo com aplica\u00e7\u00e3o de testes t\u00e9cnicos, entrevista de grupo com aplica\u00e7\u00e3o de testes comportamentais e entrevista individual. \u201cCerca de 90% dos candidatos selecionados permanecem na empresa\u201d, garante Carla Carvalho que adianta que este modelo \u00e9 sobretudo aplicado na sele\u00e7\u00e3o de perfis mais jovens. \u201cNo caso de quadros seniores, n\u00e3o existem as entrevistas em grupo e utilizam-se outras ferramentas como os assessment centers.<\/p>\n<p>De acordo com o \u00edndice da Deloitte, a edi\u00e7\u00e3o 2013 do ranking das tecnol\u00f3gicas recebeu mais de 1100 candidaturas. Portugal foi um dos pa\u00edses com maior taxa de crescimento no n\u00famero de empresas presentes no ranking, demonstrando que o sector nacional das TI goza de boa sa\u00fade e uma din\u00e2mica que contraria a conjuntura nacional.<\/p>\n<p>Fonte: expresso emprego<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As universidades portuguesas est\u00e3o h\u00e1 muito na mira das principais tecnol\u00f3gicas nacionais e internacionais, quando a miss\u00e3o \u00e9 atrair e reter talento nas suas equipas. 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